Detetive especilaista, Verdade sobre:
Nero Wolfe
Wolfe é
natural da Iugoslávia. Após imigrar para os Estados Unidos, tornou-se
detetive particular e se estabeleceu no ramo. Sua fama de além-mares
cresceu por causa da eficiência com que resolve os crimes mais
escabrosos. Em momentos de crise, até a polícia conta com sua ajuda.
Independente do cliente, a regra do jogo é clara: quem dá a última
palavra é sempre Nero Wolfe. De humilde, ele não tem nada.
O detetive
pesa em torno de 130 kg. Há duas variáveis que contribuem para esse
acúmulo adiposo de bagagem: sua paixão por comida e a natureza
absolutamente sedentária. Ao seu dispor, está o cozinheiro suíço Fritz
Brenner, especialista no preparo de pratos pra lá de requintados. No
quesito exercício, Wolfe merece nota zero. Suas únicas práticas
aeróbicas resumem-se em levantar copos e apertar os botões de seu
elevador particular. Das ocupações diárias, nada lhe dá mais prazer do
que namorar as preciosas orquídeas que cultiva no telhado. Seu
orquidário, abastecido com 10 mil exemplares destas espécies, é tratado
pelo jardineiro Theodore Horstmann. A paixão pelas orquídeas é tanta que
Wolfe tem até hora marcada para visitá-las: toda manhã, refugia-se na
estufa das 9 às 11 horas e, à tarde, o encontro é das 16 às 18 horas. E
ai daquele que o perturbar durante as sessões sagradas com suas flores.
Do primeiro
livro, Serpente, de 1934, até o último, Caso de Família, de 1975, Nero
Wolfe estrelou 46 romances e 27 de contos. Ele é um personagem único,
cheio de manias e excentricidades, e de feições e formas acentuadas. Por
isso mesmo, Nero Wolfe é mais um personagem clássico das histórias
policiais. Conquista fãs ainda hoje, passados trinta e cinco anos desde
sua última aventura.
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