quarta-feira, 10 de abril de 2013

Detetive Especializado, verdade sobre Ugo Fioravanti.

Detetive Especializado, verdade sobre:

Ugo Fioravanti

Ugo Fiovaranti Neto, mas pode chamar de Fiora. Detetive particular em Florianópolis, Santa Catarina. Como diriam os nativos, um autêntico manezinho da Ilha. Criado pelo mineiro Mario Prata, Ugo Fioravanti é a estrela das tramas policiais do escritor, protagonizando histórias marcadas pelo humor malicioso e as referências a autores clássicos do gênero, como Agatha Christie, Manuel Vásquez Montalbán e Arthur Conan Doyle.
Fioravanti é cria do seu Ugo Fioravanti Filho, um pescador e jardineiro, descendente de família italiana. Dizem que era uma pessoa bem quista entre os amigos, daqueles que distribuíam até peixe para os vizinhos mais chegados. A mãe era a dona Raquel Paula, manezinha que encantou o seu Ugo em idos tempos de uma Florianópolis ainda pacata. Ambos já morreram e, para o filho, deixaram um galpão de barcos – doado para a família Fioravanti pelos antigos patrões do seu Ugo. O lugar foi reformado e transformado em uma confortável casa na praia de Canajurê, um dos muitos recantos mágicos da capital catarinense. É lá que fica o esconderijo do detetive, um mini-paraíso a dez passos largos do mar, com aquele marzão cor de esmeralda ao seu dispor.
Fiora é daqueles “coroas” bem apessoados, olhos verdes, 1,80m de altura. Entre suas paixões, estão as mulheres (principalmente as de nádegas avantajadas), o jazz, a música clássica e as bebidas. Sedutor e minimamente vaidoso, Fiora cultiva um rabo de cavalo minimalista, detalhe que parece encantar as lolitas de plantão. Como se não bastasse, ainda toca peças clássicas no violino – numa referência direta a Sherlock Holmes, e é fã de literatura policial, em especial os romances do italiano Andrea Camilleri e de Machado de Assis. No livro mais recente, Fioravanti já está na casa dos 60 anos. Apesar dos cabelos grisalhos e da barriguinha discreta, mantém o velho charme magnético de sempre.
Aposentado da Polícia Federal de Santa Catarina, após 30 anos de serviços prestados, Ugo Fioravanti trabalha como detetive particular em Florianópolis. Uma das premissas como investigador é não aceitar casos que envolvam traição matrimonial, ou, como ele próprio diz, “não procuro mulher pra corno”. Prefere, desde menino, as relações carnais com as garotas de programas. Seu filho de 11 anos, o Valentim, é fruto de uma relação com a ex-garota de programa Ingrid Mankell, que morreu quando o menino era ainda pequeno. Ele cria Valentim sozinho, contando com a ajuda esporádica de uma babá e de Fabiana, mulher do parceiro, o investigador Darwin Matarazzo.
Ugo Fioravanti Neto é protagonista dos dois livros policiais lançados por Mario Prata. Estreou no romance “Sete de Paus”, em 2008, reaparecendo em “Os Viúvos”, de 2010. Apesar da curta bibliografia, já conquistou um público cativo entre os amantes da literatura policial, que aguardam ansiosamente pela próxima aventura do detetive. E, de preferência, que esta aventura venha em breve, muito breve!


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