Detetive Especializado, verdade sobre:
Ugo Fioravanti
Fioravanti é
cria do seu Ugo Fioravanti Filho, um pescador e jardineiro, descendente
de família italiana. Dizem que era uma pessoa bem quista entre os
amigos, daqueles que distribuíam até peixe para os vizinhos mais
chegados. A mãe era a dona Raquel Paula, manezinha que encantou o seu
Ugo em idos tempos de uma Florianópolis ainda pacata. Ambos já morreram
e, para o filho, deixaram um galpão de barcos – doado para a família
Fioravanti pelos antigos patrões do seu Ugo. O lugar foi reformado e
transformado em uma confortável casa na praia de Canajurê, um dos muitos
recantos mágicos da capital catarinense. É lá que fica o esconderijo do
detetive, um mini-paraíso a dez passos largos do mar, com aquele marzão
cor de esmeralda ao seu dispor.
Fiora é
daqueles “coroas” bem apessoados, olhos verdes, 1,80m de altura. Entre
suas paixões, estão as mulheres (principalmente as de nádegas
avantajadas), o jazz, a música clássica e as bebidas. Sedutor e
minimamente vaidoso, Fiora cultiva um rabo de cavalo minimalista,
detalhe que parece encantar as lolitas de plantão. Como se não bastasse,
ainda toca peças clássicas no violino – numa referência direta a
Sherlock Holmes, e é fã de literatura policial, em especial os romances
do italiano Andrea Camilleri e de Machado de Assis. No livro mais
recente, Fioravanti já está na casa dos 60 anos. Apesar dos cabelos
grisalhos e da barriguinha discreta, mantém o velho charme magnético de
sempre.
Aposentado
da Polícia Federal de Santa Catarina, após 30 anos de serviços
prestados, Ugo Fioravanti trabalha como detetive particular em
Florianópolis. Uma das premissas como investigador é não aceitar casos
que envolvam traição matrimonial, ou, como ele próprio diz, “não procuro
mulher pra corno”. Prefere, desde menino, as relações carnais com as
garotas de programas. Seu filho de 11 anos, o Valentim, é fruto de uma
relação com a ex-garota de programa Ingrid Mankell, que morreu quando o
menino era ainda pequeno. Ele cria Valentim sozinho, contando com a
ajuda esporádica de uma babá e de Fabiana, mulher do parceiro, o
investigador Darwin Matarazzo.
Ugo
Fioravanti Neto é protagonista dos dois livros policiais lançados por
Mario Prata. Estreou no romance “Sete de Paus”, em 2008, reaparecendo em
“Os Viúvos”, de 2010. Apesar da curta bibliografia, já conquistou um
público cativo entre os amantes da literatura policial, que aguardam
ansiosamente pela próxima aventura do detetive. E, de preferência, que
esta aventura venha em breve, muito breve!
Nenhum comentário:
Postar um comentário