quinta-feira, 4 de abril de 2013

Detetive Especialista da Dica de Contra Inteligência

DETETIVEhttp://www.elementardetetives.com.br/#!dicas/c21pw ESPECIALISTA DÁ DICAS ÚTEIS DE CONTRA INTELIGÊNCIA
A fim de ampliar o nível de segurança das informações que circulam dentro de um ambiente sensível, uma série de medidas devem ser adotadas. E é justamente a sobreposição de técnicas, tecnologias e procedimentos é que irá garantir um incremente no nível de segurança dentro de um determinado ambiente corporativo.
Logo, além de (1) realizar varreduras freqüentes, (2) instalar equipamentos de contra inteligência (escrambler para telefones, anti grampos telefônicos, emissores de sinais brancos, etc), (3) implantar medidas preventivas (controle de acesso, levantamento de informações sobre candidatos a funcionários, palestras de conscientização e etc), e (4) executar projetos de segurança eletrônica (instalação de câmeras, alarmes e etc.), sugerimos a adoção de algumas outras pequenas recomendações e dicas que podem revelar-se de extrema utilidade:
1. É importante que alguém de confiança acompanhe reformas físicas no prédio bem como as manutenções de redes, principalmente em se tratando de computadores, ou central de telefones;
2. Programas e arquivos sigilosos devem ter acesso controlado por senhas ou outros métodos;
3. Assuntos sigilosos devem ser tratados pessoalmente. Evite o uso do correio eletrônico ou telefone para estas finalidades;
4. A tecnologia da contra inteligência é cara, mas indispensável, bem como uma equipe bem treinada e de confiança;
5. Acredite sempre na possibilidade de você (ou sua corporação) se confrontar com um espião mais experiente que você ou sua equipe;
6. Ao conversar assuntos sigilosos pessoalmente, considere sempre as possíveis vulnerabilidades do ambiente ou as intenções do seu interlocutor. Cheque também se o seu telefone celular não foi ligado acidentalmente;
7. Peça identificação aos profissionais que trabalham nos postes próximos da sua residência ou local de serviço. Alguns espiões conseguem identificar-se a si próprios e seus veículos como sendo, por exemplo, da companhia telefônica. Por isto, sempre confirme a identificação com a companhia que o suspeito diz trabalhar;
8. Desenvolva programas de conscientização de funcionários para não saírem falando para os amigos tudo o que sabem sobre a empresa. Alguns espiões podem aproximar-se de empregados descuidados;
9. Verifique constantemente janelas, portas, quadros de chaves, trancas, quadros de DGs (telefones) e etc;
10. Procure por possíveis sinais de invasão durante a sua ausência. Uma caneta fora de posição na mesa pode ser sinal de que alguém este revirando-a na sua ausência;
11. Simule vazamentos de informações de maneira controlada. De acordo com as notícias que vierem à tona, você saberá quem são as pessoas em que pode confiar;
12. Escuta em ramais de centrais telefônicas eletrônicas é de difícil interceptação a partir da central do usuário para fora, porém é conveniente lembrar que a linha do interlocutor externo pode ser escutada e / ou gravada;
13. Os telefones com linhas diretas (analógicas) possibilitam fácil identificação de seus pares de fios correspondentes, logo, podem ser "grampeados" no ambiente que estiverem instalados, nas caixas distribuidoras dentro do prédio do usuário, na central telefônica do edifício (central do usuário), armários externos ou na empresa telefônica local (concessionária). Portanto, o seu privilégio em usar linhas diretas facilita o trabalho de quem deseja interceptar suas ligações;
14. Nas linhas telefônicas fixas digitais (alguns sistemas de PABX), apesar das dificuldades técnicas de interceptação no percurso entre o usuário final e a central do usuário (interlocutor ao telefone), ainda assim, é de relativa facilidade a implementação de aparelho de escuta dentro do próprio aparelho telefônico digital, se ele é de fácil acesso e manuseio por outros;
15. Apesar do usuário final, eventualmente possuir em sua sala somente aparelhos digitais em suas linhas diretas, é comum que o link entre a central do usuário e central da concessionária seja "não digital", o que o coloca praticamente na condição descrita no item anterior, evidenciando assim a vulnerabilidade das linhas diretas digitais ou não, já que muitas vezes a interceptação ocorre entre a central do usuário e a central da concessionária local;

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