DETETIVEhttp://www.elementardetetives.com.br/#!dicas/c21pw ESPECIALISTA DÁ DICAS ÚTEIS DE CONTRA INTELIGÊNCIA
A fim de ampliar o nível de
segurança das informações que circulam dentro de um ambiente sensível,
uma série de medidas devem ser adotadas. E é justamente a sobreposição
de técnicas, tecnologias e procedimentos é que irá garantir um
incremente no nível de segurança dentro de um determinado ambiente
corporativo.
Logo, além de (1) realizar
varreduras freqüentes, (2) instalar equipamentos de contra inteligência
(escrambler para telefones, anti grampos telefônicos, emissores de
sinais brancos, etc), (3) implantar medidas preventivas (controle de
acesso, levantamento de informações sobre candidatos a funcionários,
palestras de conscientização e etc), e (4) executar projetos de
segurança eletrônica (instalação de câmeras, alarmes e etc.), sugerimos a
adoção de algumas outras pequenas recomendações e dicas que podem
revelar-se de extrema utilidade:
1. É importante que alguém
de confiança acompanhe reformas físicas no prédio bem como as
manutenções de redes, principalmente em se tratando de computadores, ou
central de telefones;
2. Programas e arquivos sigilosos devem ter acesso controlado por senhas ou outros métodos;
3. Assuntos sigilosos devem ser tratados pessoalmente. Evite o uso do correio eletrônico ou telefone para estas finalidades;
4. A tecnologia da contra inteligência é cara, mas indispensável, bem como uma equipe bem treinada e de confiança;
5. Acredite sempre na
possibilidade de você (ou sua corporação) se confrontar com um espião
mais experiente que você ou sua equipe;
6. Ao conversar assuntos
sigilosos pessoalmente, considere sempre as possíveis vulnerabilidades
do ambiente ou as intenções do seu interlocutor. Cheque também se o seu
telefone celular não foi ligado acidentalmente;
7. Peça identificação aos
profissionais que trabalham nos postes próximos da sua residência ou
local de serviço. Alguns espiões conseguem identificar-se a si próprios e
seus veículos como sendo, por exemplo, da companhia telefônica. Por
isto, sempre confirme a identificação com a companhia que o suspeito diz
trabalhar;
8. Desenvolva programas de
conscientização de funcionários para não saírem falando para os amigos
tudo o que sabem sobre a empresa. Alguns espiões podem aproximar-se de
empregados descuidados;
9. Verifique constantemente janelas, portas, quadros de chaves, trancas, quadros de DGs (telefones) e etc;
10. Procure por possíveis
sinais de invasão durante a sua ausência. Uma caneta fora de posição na
mesa pode ser sinal de que alguém este revirando-a na sua ausência;
11. Simule vazamentos de
informações de maneira controlada. De acordo com as notícias que vierem à
tona, você saberá quem são as pessoas em que pode confiar;
12. Escuta em ramais de
centrais telefônicas eletrônicas é de difícil interceptação a partir da
central do usuário para fora, porém é conveniente lembrar que a linha do
interlocutor externo pode ser escutada e / ou gravada;
13. Os telefones com linhas
diretas (analógicas) possibilitam fácil identificação de seus pares de
fios correspondentes, logo, podem ser "grampeados" no ambiente que
estiverem instalados, nas caixas distribuidoras dentro do prédio do
usuário, na central telefônica do edifício (central do usuário),
armários externos ou na empresa telefônica local (concessionária).
Portanto, o seu privilégio em usar linhas diretas facilita o trabalho de
quem deseja interceptar suas ligações;
14. Nas linhas telefônicas
fixas digitais (alguns sistemas de PABX), apesar das dificuldades
técnicas de interceptação no percurso entre o usuário final e a central
do usuário (interlocutor ao telefone), ainda assim, é de relativa
facilidade a implementação de aparelho de escuta dentro do próprio
aparelho telefônico digital, se ele é de fácil acesso e manuseio por
outros;
15. Apesar do usuário final,
eventualmente possuir em sua sala somente aparelhos digitais em suas
linhas diretas, é comum que o link entre a central do usuário e central
da concessionária seja "não digital", o que o coloca praticamente na
condição descrita no item anterior, evidenciando assim a vulnerabilidade
das linhas diretas digitais ou não, já que muitas vezes a interceptação
ocorre entre a central do usuário e a central da concessionária local;
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